18 de fev de 2018

Insetos/mimetismo

Participando da blogagem coletiva da Elaine Gaspareto
Prestando atenção nos pequenos detalhes de tudo.
Assim compreendemos melhor o universo e tudo que nele está contido.

Semana 7


Quanto mais velha fico, mais gosto de observar a natureza.
O Reolhar é quase diário e de vez em quando me surpreendo.
Olhando de cima este besouro tem um "pescoço" da cor da rosa.
Olhando de lado podemos observar melhor.
Igual ao que come?
Depende de onde mora?

Penso que sou rosa formosa!



Tenho umas florzinhas amarelas por aqui que quando estão no auge da florada, atraem moscas amarelo fosforescente, imagino que sejam assim por sugá-las. 
Mimetismo é o nome desse lance de bicho se camuflar no ambiente para confundir os predadores (se não me falha a memória de leiga).

Espia só essa aranha abaixo, a foto é do ano passado.
Não é o máximo, a rosa, a aranha e suas coroas?
Adoro essas baboseiras!



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15 de fev de 2018

Música - Mais influências


Música - Mais influências

           Blogagem Coletiva Músicas da minha vida 02/12

Além das primeiras impressões musicais adquiridas com meu pai, também me recordo das músicas sertanejas de raiz, que tocavam no rádio bem cedinho, sempre acordava com elas que eram a base do programa do Zé Béttio que minha avó Brigida, que morava conosco, gostava. 

Quem não se lembra de Tonico e Tinoco? 



...Nesta viola eu canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade.


Minha mãe gostava de um gênero que nem sei o nome direito, mas acho que antecedeu o termo 'brega'...Carmem Silva, Cláudia Barroso, Altemar Dutra, Odair José, Lindomar Castilho e outros.

Na verdade eu não gostava muito desse estilo, anos 60/70 ferviam com o iê-iê-iê que correspondia ao Rock and Roll que vinha de fora, queríamos (mesmo sendo crianças) ser diferentes dos pais, sermos modernos e livres como anunciava a onda hippie.

No entanto, uma das músicas prediletas de minha mãe eu gostava muito: Pingos de Amor, do cantor Paulo Diniz. 
Minha mãe não teve um casamento feliz, eu pensava que ela gostava da música pelo sentimento de tristeza que vivia, era um universo que eu não podia entrar ou mudar.

E assim fui associando música a sentimentos ao longo da vida e é nesse sentido que pretendo escrever as postagens dessa blogagem coletiva.





...Ainda ontem pela praia alguma coisa me lembrou você
E veio a noite, namorados se encontrando e eu estava só...


Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva do Tacho da pepa
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11 de fev de 2018

A vida insiste

Participando da blogagem coletiva da Elaine Gaspareto
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Semana 6


Estes dias estava reparando em uma pitangueira que tenho no quintal, foi minha mãe que plantou há muitos anos (mais de 10), trouxe lá da casa de meu pai quando ele ainda era vivo. 

Costumo dizer que ela não dá frutos, mas este ano depois da pequena florada, deu 2 pitangas mirradas, mas vermelhinhas.

Meus olhos bateram nesta folhinha vermelha, bem na ponta onde teoricamente deveria nascer um fruto que se desenvolveria, ficaria maduro, vermelhinho...

Os seres vivos travam lutas, se modificam o tempo todo, insistem...Geralmente não vemos, não compreendemos...Sempre temos algo para Reolhar em toda vida, incluindo a nossa.

Dalva Rodrigues
11/02/2018



Pitangueira dá ninho!
O Coop e a Lucy que citei na semana 1

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3 de fev de 2018

Banquete de formiguinhas

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Semana 5


Toda natureza luta pela sobrevivência e merece respeito, mas quando essas formiguinhas resolvem se alimentar dentro de casa é muito desagradável e corremos o risco delas contaminarem os alimentos, bancadas...Então...sorry mas acabo colocando isca/veneno e elas  juntinhas como se estivessem em uma mesa redonda, saboreiam a causa da futura morte lá nos seus esconderijos secretos. 
Vida de inseto nem sempre termina bem como nas animações! 

Dalva Rodrigues
03/02/2018



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28 de jan de 2018

O que eu vejo



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Semana 4


Outro dia fotografei esta borboletinha na janela da cozinha, tão linda, tinha um azul cintilante de fazer inveja para qualquer amante da cor azul, como eu.
Quando abri o editor de imagens e vi a sujeira na janela/vidro, não tive coragem de postar, que vergonha! 
A sujeira chamou mais atenção que a beleza.
Nem sempre enxergamos.
Não enxergamos igual.
Meus óculos só são eficientes para mim e mesmo assim, a cada dia vão perdendo a eficiência, acompanhando o ritmo do corpo.
E quando substituo as lentes velhas por novas, eles me chocam com a realidade do espelho, com a nitidez de cada marca que antes não via, com os novos fios de cabelos brancos agora nítidos...
Vejo a sujeira que não via, o pó nós móveis, os respingos de tinta em chuvinha no chão, a pequena teia no canto da parede, o minúsculo pulgão na rosa...
Vejo o que não via, o que para mim não existia.
E a sujeira pela casa?
A borboleta é mais bela, é só prestar atenção, Reolhar.
A janela, limpa ou suja, nunca irá me encantar.
Quero ver o belo em primeiro lugar, honrar a dádiva de enxergar.
Aí está a borboleta para apreciar.

Dalva Rodrigues
28/01/2018

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